quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A NOITE DE NATAL


Lemos, nas aulas, este livro de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Agora vamos comentar, escrevendo sobre o que sentimos e sobre o que a leitura nos fez pensar.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A MAIOR FLOR DO MUNDO (5)

Era uma vez um senhor que foi tirar uma árvore pequenina
da floresta para plantar no seu jardim. O filho dele viu um
bicho e apanhou-o.
Foram embora e o menino levou o bicho para casa porque
queria mostrá-lo à mãe, mas ela não o viu.
Então, o menino abriu a caixa e o bicho voou. O rapaz foi
atrás do bicho, saltou o muro e foi ter com ele atrás de umas
folhas.
Foi parar a uma floresta onde o bicho se deitou a fingir que
estava morto e o menino viu uma flor murcha.
O menino foi buscar água ao lago. Trouxe tanta água que a
flor cresceu muito.
Os pais do menino ficaram preocupados e foram ter com ele,
mas o rapaz tinha adormecido e a flor atirou uma pétala que
fez de cobertor.
No fim a flor ficou grande.
                          Carolina Moreira

A MAIOR FLOR DO MUNDO (4)

Uma vez um idoso foi a um campo dizendo a si próprio que não conseguia escrever uma linda história para crianças com palavras adequadas.
Quando um homem e o seu filho chegaram lá, o homem arrancou uma árvore para a levar para casa.
 A criança no campo encontrou um escaravelho que pôs numa caixa, e ficou com ele.
Quando o pai e o filho voltaram para casa, o pai mostrou à mãe a árvore que tinha arrancado do campo. A criança não conseguiu mostrar aos pais o escaravelho porque eles estavam demasiado distraídos com a árvore. Olhou para dentro da caixa onde o tinha guardado, mas o problema era que o escaravelho tinha fugido para uma floresta que ficava a seguir a um centro de construção.
A criança decidiu ir atrás dele. Quando chegou à floresta, atravessou-a e chegou a um sítio onde encontrou uma flor murcha. Teve a ideia de a regar com água do rio.
 Em casa da família, os pais do menino descobriram que ele tinha fugido e foram procurá-lo.
Quando, finalmente, o encontraram viram-no a dormir enrolado numa pétala de flor.
António Luís

A MAIOR FLOR DO MUNDO (3)

Era uma vez um menino que ia com o seu pai à procura de uma árvore.
Pararam o carro ao lado de uma colina onde havia uma árvore e uma flor. O pai saiu do carro, pegou numa enxada e a desenterrar árvore.
Entretanto, o menino viu um escaravelho, aproximou-se e pegou, nele enquanto o pai punha a árvore na mala do carro. O menino pôs o escaravelho numa caixa.
Quando chegaram a casa, pegaram na árvore e meteram-na na garagem.
Mas o menino deixou escapar o seu inseto, que voou por cima do muro. O menino foi atrás dele mas os seus pais não repararam.
Enquanto procurava o escaravelho passou por muitos sítios novos e foi dar ao sítio onde tinha encontrado o escaravelho. Afinal o escaravelho só queria regressar a sua casa.
Quando chegou à colina viu que a flor já estava murcha.
Esforçou-se para andar dum lado para o outro a carregar água para a flor.
A flor começou a crescer muito. Passado algum tempo, o menino adormeceu e a planta cobriu-o com uma das suas pétalas.
Os pais repararam que o filho não estava em casa e foram atrás dele.
Quando chegaram o filho estava a dormir, muito descansadamente, por baixo de uma pétala, e levaram-no para casa.

David

A MAIOR FLOR DO MUNDO (2)

Era uma vez um senhor que estava numa aldeia sozinho.
Ele andava e viu um escaravelho, com a lupa.
Quando viu o escaravelho ele estava a rodar um bocado de terra de forma redonda.
Depois o senhor viu um carro que parou à beira de uma árvore pequena.
O senhor do carro, devagar, pegou na árvore com as raízes e pô-la no carro.
O filho viu também o escaravelho e apanhou-o e pô-lo dentro do carro e dentro de uma caixa.
Em casa eles puseram a árvore outra vez na terra.
Depois o menino abriu a caixa com o escaravelho e ele fugiu.
O menino viu que para onde ele fugiu dizia perigo.
Saltou pelo muro e foi apanhar o escaravelho. Tinha passar pelo rio e passou.
Quando encontrou o escaravelho outra vez, ele estava a rodar um bocado de terra de forma redonda e fugiu.
O menino viu uma flor que estava com o caule dobrado para baixo porque lhe faltava água.
O menino foi ao rio e voltou outra vez para a flor, e assim muitas vezes, para lhe dar água.
Depois, a última vez que ele deu água à flor, ela cresceu muito e ficou muito grande.
O menino como estava com muita sede deitou-se no chão.
A flor viu que ele estava deitado, pôs uma pétala nele e a pétala era grande.
A mãe e o pai estavam a chorar porque não viam o filho que era o menino.
Eles foram ao sítio onde tiraram a árvore e viram o filho deles deitado no chão debaixo de uma pétala.
Viram a grande flor e foram juntos para casa.
João Yedynak

A MAIOR FLOR DO MUNDO (1)

Era uma vez uma família que foi visitar um deserto.
Estava lá num pequeno lugar uma árvore pequenina com uma flor ao lado. O pai foi tirar essa árvore. Enquanto o pai tirava a árvore, o filho encontrou um escaravelho e pô-lo numa caixa.
Durante o caminho o rapaz abriu a caixa para ver se o inseto estava morto ou não e confirmou que não estava. O escaravelho fugiu a voar.
O rapaz estava sem fazer nada e, por isso, foi para um lugar que dizia ‘’Perigo’’ e, sem ver o sinal, entrou lá. Ele viu um riacho e depois chegou ao deserto e viu uma flor murcha.
Então foi buscar água ao rio e a flor foi crescendo, crescendo, crescendo, até que ficou enorme e o rapaz adormeceu. A flor deixou cair uma pétala que fez de cobertor para o menino.
Os pais dele chegaram e ficaram espantados com o tamanho daquela flor!
Patrícia

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A MAIOR FLOR DO MUNDO

No dia 9 de novembro, vimos este filme baseado num conto de José Saramago.
Agora  estamos a escrever textos contando a história.
Em breve vamos publicá-los aqui.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Susto na floresta


Miguel, David, Luís e Tomás eram grandes amigos.
Um dia o Tomás disse:
- Vamos à floresta. Até podemos jogar à bola.
- Não - respondeu o Luís - é muito perigoso.
- Ó Luís, tens medo? - perguntou o David.
- Não - disse o Luís - mas onde vamos dormir?
- Vamos lá… - disse o Miguel.
E lá foram. Levaram uma tenda e um G.P.S.
Depois perderam- se na floresta e ouviram um barulho que era assim: «Miau».
E fugiram logo.
Depois viram que era um gato e também viram o caminho para a saída.

Foram ter com os pais e viveram felizes para sempre.

Miguel Paiva

Aminimigos


Os dois amigos Rita e Zé foram para a praia passear.
Numa brincadeira, a Rita atirou areia para o Zé e ele também atirou areia para a Rita e ela disse:
- Ai, isso doeu! Agora tenho uma ferida. Não gosto nada que me atirem com areia.
- Desculpa...
- Que mau! Vou para a minha toalha.
- Eu também.
Então separaram as toalhas bem longe.
Na hora de almoço, eles estavam cheios de fome e estavam muito longe da comida.
Foram a correr os dois buscar o almoço, deram um grande abraço, pediram desculpa um ao outro, comeram o almoço na mesma toalha e cobriram-se com a outra toalha.
Quando foram para sua casa, foram cuidar da ferida da Rita.

Beatriz Fonseca

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Tânia foi a casa do Eduardo




Um dia a Tânia foi a casa do Eduardo, à tarde, e brincaram com os puzzles, jogaram computador e brincaram com os carros. Quando o Eduardo tirou o carro amarelo, agarraram os dois nele e a Tânia disse:
- O carro é meu.
- Não, não, o carro é meu. Fui eu que comprei.
Continuaram a discutir até a mãe do Eduardo chegar e dizer:
- Vamos lanchar, meninos.
Eles lá foram lanchar. Depois do lanche os meninos foram outra vez para o quarto do Eduardo e o Eduardo deu o carro à Tânia e ela disse:
- Obrigada…
- De nada.
A Tânia e o Eduardo ficaram contentes e a Tânia brincou com o carro amarelo e o Eduardo brincou com o carro vermelho. Depois o Eduardo e a Tânia foram jogar P.S.P.
Quando acabaram de jogar P.S.P. a Tânia foi para sua casa.
No dia seguinte, foi o Eduardo a casa da Tânia e brincaram com uns monstros.
Depois o pai da Tânia disse:
- Meninos, vamos às compras.
- Está bem.
Eles foram às compras e compraram gomas, bolachas, chocolates e caramelos.
Depois, foram para casa da Tânia e lancharam.


Miguel Pereira

Uma zanga

Francisco e Rui apanharam o autocarro e o Rui perguntou:
- Ó Francisco não queres  ir à floresta?
E o Francisco respondeu:
- Sim, pode ser!
Quando eles chegaram à floresta o Rui disse:
- Olha, há ali uma cobra.
O Francisco, que gosta muito de cobras, perguntou:
- Posso ficar com essa cobra?
- Não podes - disse o Rui
- Mas então, porquê?
- Olha, porque fui eu que a encontrei primeiro.
- Então não sou mais teu amigo – disse o Francisco.
- Porquê ?
 - Olha, porque não me dás a cobra.
E o Francisco foi-se embora.
Entretanto o Francisco viu uma cobra que o mordeu.
Entretanto, o Rui estava muito preocupado e foi procurar o Francisco. Nunca mais o encontrava. Até que o encontrou à beira do rio e ele estava magoado no joelho.
Foram apanhar o autocarro e fizeram as pazes e também o médico curou-o.
No dia seguinte foram os dois para a escola e gostaram muito. O Rui e o Francisco fizeram novos amigos.
O Rui perguntou ao seu amigo Francisco se queria ir dormir a sua casa e ele disse que sim.

Tomás

A gata da Matilde


A Liliana foi a casa da Matilde, com a Clara e as três jogaram P.S. P.
A gata da Matilde tinha fome, a dona deu-lhe de comer e ela miou para agradecer.
A Matilde apressou-se a pôr a gata fora de casa porque estava farta de a ouvir miar.
Quando a dona se arrependeu de a ter posto fora de casa, as três amigas foram procurá-la pelo jardim. Mas não a viram e foram perguntar às vizinhas se não tinham visto a gata.
A Matilde chorou e chorou até que uma vizinha disse que viu a gata dela.
A Matilde ficou muito contente e disse às duas amigas que estava arrependida de ter posto a sua gata fora de casa.
Carolina Filipa

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Opinião sobre «O limpa-palavras»

«O limpa-palavras»  é um livro muito interessante e a história de que eu gostei mais foi as portas.Por isso ,vou contar como ela é.
Às vezes a porta está fechada ,mas se algém lhe fizer um sorriso ela abre-se logo.
Ela também se abre se dissermos uma palavra chave.
Se quiseres chegar a qualquer lado basta abrires uma porta.
Até os fantasmas lhe batem, com dedos tão finos que nem se veem, porque não esperam que a porta se abra e passam através dela.
A porta de dentro vive feliz com o cheiro da comida e com as músicas para embalar o bebé. Mas a de fora sente frio com a neve que cai das nuvens.
Se ri a de dentro, tem de chorar a de fora.
Joana

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Os irmãos

Eu tenho um irmão chamado Tomás.
Ele é maior que eu. Ele tem dezasseis anos e eu tenho nove anos.
Às vezes eu fico zangado com ele. Ou é porque ele está sempre a disparar tiros de borracha ou também porque me chateia.
Mas às vezes sou eu que o aborreço.
Os irmãos às vezes ficam zangados, mas é normal como tudo.
O principal é sermos irmãos.

João Maria

domingo, 21 de outubro de 2012

Os animais zangados


Era uma vez os animais da selva que eram realmente todos amigos.
Só que os ursos zangaram-se porque ninguém falava com eles.
Eles disseram a todos os outros animais que os odiavam.
Os outros animais ficaram muito tristes.
Mas, de repente, apareceu uma pomba da paz que disse assim a todos os animais:
- Os ursos gostam de vocês, eles ficaram é irritados por vocês não falarem com eles.
Resolveu-se tudo e ficaram todos amigos.

Maria Inês

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O LIMPA-PALAVRAS

Estamos a saborear os poemas do livro «O limpa-palavras», de Álvaro Magalhães.
Vamos comentar aqui os poemas que já lemos?

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Leonor e Lili perdidas no mar

Hoje a Leonor decidiu ir à praia com a Isabel e com a sua cadela, chamada Lili.
 A Leonor e a Isabel tiveram um bom tempo de sol. Só que a Lili estava impaciente para se molhar. Então foi buscar a sua dona para irem juntas e a Leonor lá foi.
Depois de se terem metido no mar, nadaram muito, até que já não viam ninguém e a Leonor ficou preocupada.
Por fim, viu um barco e pensou que se o seguisse ia encontrar alguém.
Seguiu o barco e quando reparou na Lili, que estava atrás dela, pensou que a sua cadela devia estar cansada de nadar. Então sentaram-se numa rocha alta durante o tempo de se repousarem.
Quando se aperceberam a praia estava mesmo à sua frente e a Leonor estava cansada, mas a cadela puxou-a e guiou-a até à praia.
Depois repousaram-se mais um pouco nas toalhas e a Isabel estava toda preocupada, sem saber de nada.

Mariana

A menina e o golfinho

Era uma vez uma menina chamada Manuela. Tinha olhos azuis, cabelo castanho e usava biquini às bolinhas.
Um dia ela foi à praia, estendeu a toalha na areia e deitou-se.
Passados alguns minutos viu um golfinho a tentar ir para o mar.
A Manuela não perdeu tempo e foi logo ajudá-lo.
Quando o golfinho estava na água começou a chorar.
A Manuela, aflita, perguntou-lhe o que tinha e o golfinho disse que não sabia voltar para casa e contou-lhe tudo até se perder.
Disse que estava em casa dele e perguntou à sua mãe se podia sair de casa dar aquele passeio que eles faziam muitas vezes. A mãe, como sabia que ele não se ia perder, deixou-o ir sozinho.
- Como eu estava farto fui dar uma voltinha mais longe e quando ia a voltar para casa perdi-me. Andei de um lado para o outro e não sabia onde ir. Então fui mais depressa para ver onde aterrava e aterrei num sítio muito fofinho. Depois tu vieste ajudar-me.
A Madalena com certeza que disse que o ia ajudar.
Construiu uma máquina que andasse debaixo de água.
A Manuela e o golfinho procuraram, procuraram até que encontraram a casa do golfinho.
Quando o golfinho foi embora a menina ficou muito contente porque tinha ajudado um golfinho.
Depois foi para a praia deitar-se mais um bocadinho na toalha.
Joana

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A Solange e o Kiko


Era o primeiro dia de verão e a Solange e a sua mãe iam à praia, pois moravam perto do mar.
Quando iam a sair do seu jardim lembraram-se de convidar a sua amiga Vera que morava do outro lado da rua.
A Solange cumprimentou a Vera e estavam prontas para partir quando…
Viram um passarinho no chão.
Por sorte a mãe da Solange tinha um kit de emergência. Foram a correr para a praia e com uma palhinha (para sugar água do mar) e uma bola de algodão (para tapar a palhinha) sopraram a água.
A água do mar estava a resultar. Ouviu-se: piu, piu, piu e piu!
Depois ele voltou a voar e foram procurar os pais dele.
Tinham de procurar um pássaro assim: penas pretas, cabeça castanha, bico vermelho e algumas penas pretas com fios loiros. É parecido com a mãe da Solange que é assim: cabelo preto, pele castanha, pinta os lábios de vermelho e põe extensões loiras no cabelo.  
Eles todos os dias de manhã procuravam num sítio diferente e depois iam passear.
Mas nada! Não encontravam o pai do passarinho.
Por isso a mãe da Solange disse que iam ficar com ele e deram-lhe o nome de Kiko.
Fizeram várias aventuras com o Kiko, enquanto ele crescia.
Daniela

o cão sem coleira

Era uma vez um cão que foi comprado por uma menina de dezassete anos.
Quando chegaram a casa, foi a hora de escolherem o nome para o cãozinho e chamaram-lhe Fluffy.
Passaram dias e dias sem conta até a menina ir passeá-lo e se esquecer da coleira.
Ela foi a uma loja e deixou o cão lá fora. O canil estava a vigiar e encontrou o Fluffy, mas ele não se conseguiu defender e foi para lá.
Quando a menina saiu da loja com uma saca com uma coleira a dizer «Fluffy» e foi buscá-lo para o levar para a casa, viu que ele já não estava lá e por isso ficou preocupada.
Procurou em todo o lado mas não encontrou. Ficou triste e também preocupada e foi para o quarto dela.
Depois lembrou-se de ir procurar ao canil. Saiu do quarto e foi pedir à mãe se podia ir ao canil.
A mãe disse que sim, mas antes de ir foi pedir a chave à mãe.
Então pegou no carro e foi ao canil e foi procurar o Fluffy até que o encontrou e pediu para o levar de volta porque ela deixou-o sem querer fora da loja. Naquela loja não era proibido animais, ela é que se esqueceu de o levar para dentro da loja.
O homem do canil disse que era preciso pagar cinco euros e ela deu-lhe os cinco euros precisos e ficou com o seu cão de volta.
Passaram dias e dias enquanto ela tratou dele de novo e nunca mais o deixou ir para o canil.
 
Patrícia

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A cadela e o menino

Era uma vez um menino feio que não tinha amigos porque todos achavam que ele era muito feio, até os amigos que ele tinha antes já não brincavam com ele. Ele sempre queria ter amigos mas não tinha.
Até o pai , a mãe e o irmão dele já não brincavam com ele e quase já não falavam com ele.
Foi às compras e ali também fugiam dele.
Ia a um sítio qualquer e todos fugiam dele.
Pensou que ia mudar para outra escola porque pensava que ali iria ter amigos, mas não tinha amigos e ali era muito pior, não gostavam do menino. Ali era pior porque até fugiam todos da sala quando faziam trabalhos.
Por isso ele mudou outra vez de escola.
Mas ali era ainda pior.
Depoise o menino foi à praia porque pensava que ia encontrar um peixe ou outra coisa para ser o amigo dele.
Encontrou uma cadela e agora já tem uma amiga.

João Yedynak

A tartaruga perdida

Era uma vez uma tartaruga que decidiu ir tomar banho ao lago da floresta.
Quando a tartaruga chegou, foi logo banhar-se na água limpa e fresquinha.
Passados uns minutinhos a gaivota chegou também e viu, na água, uma coisa que lhe parecia um crocodilo.
Muito assustada, foi chamar o elefante e contou-lhe tudo o que se passava, mas ele ficou admirado com o que ela lhe disse, pois achou estranho haver crocodilos naquele sítio.
Então, o elefante chegou-se mais perto do lago e viu a carapaça da sua amiga tartaruga que estava a nadar no lago e explicou à gaivota que não era um crocodilo mas sim a sua amiga tartaruga.
Entretanto, a tartaruga saiu do banho mas não sabia o caminho para casa. Estava perdida. Pediu então ajuda à gaivota. A gaivota disse-lhe que era fácil levá-la para casa bastava voar e a tartaruga segui-la.
Assim, conseguiu finalmente chegar a sua casa.
Foi uma grande aventura que ela contou aos seus pais.

Luís

Despedida difícil

Numa manhã de verão o Henrique, que é um menino muito amigo, foi dar de comer ao seu animal de estimação, que não é só um peixe, mas também o seu melhor amigo.
Ele olhou para o peixe e reparou que ele já estava grande e que não podia ficar lá por tanto tempo.
Passado algum tempo ele levou o peixe para o mar.
Antes de o soltar ficaram a olhar um para o outro. O Henrique ficou a chorar, mas lá o largou.
Foi para casa sem parar chorar.
Deu um salto na cama. Afinal era tudo um sonho. «Ainda bem que foi tudo um sonho», pensou ele.
 Foi ver ao aquário se estava tudo bem e apareceram lá dois peixes! Ele viu se estava a sonhar, mas não. Aquilo estava mesmo a acontecer, era mesmo realidade.
Nesse dia eles foram ver mais peixes no Zoo Marinho. Lá viram tubarões, ouriços-do-mar, peixes palhaços e muitos mais amiguinhos.
Chegaram a casa muito cansados e o Henrique foi logo para a cama.   

Maria do Rosário

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A aventura marítima


Era uma vez um homem chamado Albert, que era explorador marítimo.
Um dia decidiu ir ao ancoradouro pedir um barco emprestado a um amigo. E lá foi...
Quando chegou ao ancoradouro, pegou no barco e partiu na na sua aventura marítima.
Quando estava a meio do mar, alguma coisa misteriosa mordeu o motor. Albert pegou num colete salva-vidas e numa máscara e saltou do barco. Com receio que fosse atacado por baixo, mergulhou rapidamente.
Quando mergulhou, viu que tinha sido um tubarão, mas já se tinha ido embora. Depois, reparou que estava lá um velho amigo. Era Jenkins, um golfinho que encontrou no Oceano Pacífico. Ele foi lá e perguntou-lhe se se lembrava dele e onde se encontraram. Jenkins respondeu que sim a tudo e que havia um palácio marítimo fantástico.
Eles foram lá e viram que havia peixes bailarinos, delícias do mar e dez raias de guarda.
Albert disse que era muito bonito, mas tinha de ir embora.
Como o seu barco se tinha destruído, pediu boleia a Jenkins.
Quando chegaram, despediram-se e foram para as suas casas.
Albert foi fazer o seu livro: ”Segredos do mar”, de Albert Freinckenstein.
E lembraram-se sempre daquela manhã de verão.
António

Nas profundezas

Um dia uma mulher andou nas profundezas do oceano com a sua cadela.
Nessa manhã de verão, a mulher ainda dormia e a sua cadela também.
Quando acordaram as duas e foram no seu submarino passear nas profundezas do oceano.
Encontraram uma baleia e vários golfinhos a saltar.
A cadela e a mulher estavam a adorar.
A cadela era muito mimalha e bonita.
A dona adorava a sua cadela.
Um tubarão andava à volta do submarino e trincou a perna direita da mulher.
Então a sua cadelinha ficou muito preocupada.
Depois a sua dona ficou bem e recuperou muito da sua perna direita.
Beatriz Alves

O João foi à praia


Era uma vez um menino chamado João que gostava muito de ir à praia nadar.
O João acordou e viu que estava muito bom tempo.
Foi pedir à mãe para ir à praia e a mãe disse que sim.
Ele chegou à praia e foi para a água nadar.
Nadou muito. O mar era calmo.
Depois saiu do mar e ao sair encontrou um peixe que estava à beira da costa. O peixe estava a pedir ajuda.
O João pegou nele e mandou-o para o mar.
O peixe disse:
- Muito obrigado.
- Eu gostei muito de ajudar o peixinho – disse o João.
                                                         

Afonso