quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Uma perseguição “passada”


Foi há muitos anos, em 1984, quando militares de elite tinham posto, numa rua em Nova Iorque, um poster de dois fugitivos profissionais, um loiro com pele branca e um dente amarelo e outro preto de cabelo vermelho a fumar um cigarro. A recompensa era de dez mil dólares, a quantia de dinheiro de que eu precisava para uma casa. Por isso aceitei o cargo de os apanhar.

Foi então que arrisquei em roubar um carro de uma loja para ser mais rápido a encontrá-los.

Claro que a polícia foi atrás de mim, mas enquanto iam atrás de mim, ouvi no rádio que os fugitivos estavam no elevador de um arranha-céus de quarenta e sete andares, por isso fui para lá.

Quando cheguei, carreguei no botão do elevador umas mil vezes, porque estava muito apressado.

Depois, arrombei a porta do elevador onde estava, para me prender à corda do elevador que tinha a bordo os fugitivos.

Trepei para cima, até que o chão do elevador se partiu e os fugitivos caíram.

Eu larguei-me e apanhei-os. Tivemos sorte porque caímos num ferro. Mas eu depois tinha de sair dali com eles.

Por acaso, eles desceram e entregaram-se sozinhos.

Eu ganhei o dinheiro e tive uma casa.

António

 

O ladrão


Uma manhã todos entraram na escola João de Deus.

Eu entrei no ginásio e vi sangue e uma coisa que pica.

Vi uma pessoa, mas estava muito escuro, por isso, não consegui ver mais nada.

E era um ladrão! Todos sabiam que havia um ladrão.

O ladrão era um vampiro. Tinha asas pretas e assustadoras. Do corpo dele e das asas saíam raios de fogo e quando fazia o ataque saía por um segundo. E tinha olhos vermelhos.

Todas as pessoas gritam na escola com medo do ladrão.

E desapareciam pessoas da escola.

Eu era o primeiro e o mais corajoso a entrar no ginásio.

Eu e os meus amigos Miguel e David fomos com as flechas ao ginásio onde estava uma pessoa. Era o ladrão.

E vencemos o vampiro ladrão.

 

João Yedynak

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Eu e a minha amiga princesa

Num dia de Verão, eu e a minha amiga princesa estávamos num palácio muito grande.
Nos quartos havia espelhos nos armários, as mesas eram pretas e estavam todas a brilhar, as camas estavam sempre arrumadas.
Passado algum tempo lembramo-nos que naquele dia era o nosso aniversário.
Na festa, a minha amiga princesa estava com a roupa que usa sempre, que era uma tiara prateada, sapatos com tacões altos e vestido cor-de-rosa.
Tínhamos convidado muita gente.
Depois de dar os convites fomos fazer um bolo de laranja com cobertura de chocolate. Só que a farinha já tinha acabado e não tínhamos dinheiro para comprar mais.
Entretanto, a minha amiga princesa teve a ideia de pedir ao seu pai para lhe emprestar dinheiro para comprar farinha.
Depois fomos comprar mais farinha e acabámos o bolo.

                               Inês Cruz

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Coragem

Há muitos anos, havia um palácio com uma fada chamada Miquelina.
A fada Miquelina tinha asas brilhantes, os olhos azuis, as bochechas vermelhas e o vestido cor de rosa.
Eu andava a passear e a fada Miquelina disse-me:
- Vem comigo.
E eu disse:
- Para onde?
- Para o palácio, onde viverás para sempre.
Eu respondi:
- Não tenho coragem de ir contigo, Miquelina.
Mas a Miquelina queria tanto que eu fosse para o palácio que estava sempre a insistir. Até que eu decidi que ia para o palácio a vida toda.
Carolina Moreira

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A minha aventura com uma ninfa

Há muito, muito tempo, num dia chuvoso, eu andava a passear com a minha capa preta de verniz e ouvi um choro vindo do lago.
Parecia uma bela fada lamentando-se.
Com curiosidade, espreitei e vi que era uma ninfa de cabelo azul escuro e a sua pele era branca como a neve. Tinha um fato roxo e umas bochechas rosadas.
Perguntei-lhe como se chamava e o que se passava.
Chamava-se Musa e tinha-se perdido no bosque. Ainda por cima, faltavam três dias para fazer anos.
Quis ajudá-la, mas para isso precisava de ir comprar fatos e ir ao planeta dela.
Comprei fatos e fui ajudá-la.
Quando cheguei vi-a com os pais a chorar de alegria.
Dormi lá, num quarto cheio de almofadas.
Fui convidada para a festa de anos e recebi um pendente de ouro em forma de nota de música Dó.
Daniela

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O Zombi

Eu e o  guerreiro estávamos no cemitério.
O guerreiro tinha uma armadura azul, um capacete vermelho e uma espada e um escudo verdes.
O zombi não aparecia e eu e o guerreiro tivemos de esperar que o zombi aparecesse e esperámos muito tempo, muito tempo. Até que o guerreiro ficou impaciente e meteu um fio no chão para o zombi cair no chão e nós o metermos num saco. Mas não resultou porque ele rasgou o saco e fugiu para uma gruta.
O zombi era muito grande e tinha uma parte das calças rotas e só tinha dois dentes.
Depois o guerreiro ficou com medo e eu disse-lhe que estava comigo e não era preciso ter medo.
Entrámos e depois apanhámos o zombi e metêmo-lo no caixão.

Miguel Paiva

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Os 3 gatos abandonados


 
Era uma vez três gatinhos abandonados.
Um dos gatinhos era azul, outro era vermelho e outro era cor de laranja.
O gatinho cor de laranja chamava-se Yahiko, o vermelho era o Nagato e a gatinha azul chamava-se Konan.
A Konan era a melhor amiga do Yahiko e o Yahiko era o melhor amigo do Nagato.
A Konan era uma gatinha muito sofisticada, o Nagato era muito misterioso e o Yahiko era o mais brincalhão. Era o melhor amigo da brincadeira.
Uma vez os três gatinhos foram passear e aí o Yahiko encontrou uma bola de lã, a Konan uma folha de papel e o Nagato encontrou uma caixa de cartão e disse:
- Esta pode ser a nossa casa!
- Pode mesmo! - disse Yahiko - pomos a bola de lã aí dentro para brincarmos e a folha de papel para a Konan fazer qualquer coisa com ela!
Depois foram tentar encontrar uma manta ou qualquer coisa do género para se confortarem na caixa e encontraram um paninho suave com pelinhos para o porem na caixa e ao encontrarem o paninho também encontraram uma luva preta.
O Yahiko pegou logo na luva e pôs na cabeça entre as orelhas e a Konan pôs a patinha na cabeça e o Nagato igualmente.
Passado muitos dias e muitas semanas, já de barriga cheia, alguém os adotou por muito tempo, mas eles não queriam ser adotados por isso fingiram-se de mortos e o Yahiko sussurrou muito baixinho há Konan:
- Acho que ela nos vai abandonar.
É que abandonou mesmo! A dona abandonou-os outra vez e eles continuaram muito felizes, mas noutro dia uma menina pequenina viu-os mas não os quis por achava que eles estavam mesmo mortos e quando a menina se foi embora o Yahiko começou a brincar com a bola e a Konan não fingiu de morta porque estava a dormir.
Passava dia e noite e eles não se cansavam, eram todos amigos para sempre.
Patrícia
 

Eu e o ogre

      Há muitos anos, eu ia a passear num bosque com muitas árvores e arbustos quando encontrei um ogre no meio daquela folhagem toda.
      Era um ogre verde, de olhos vermelhos, orelhas bicudas e dentes de vampiro. Também era muito alto e tinha unhas afiadas nos dedos das mãos e dos pés. Chamava-se Malcheiroso porque cheirava muito mal.
      Estava com um taco na mão.
      O Malcheiroso levou-me para sua casa, pôs-me num prato gigante, pegou nuns talheres gigantes e ia-me comer, mas eu tive coragem e disse:
      - Por favor, tem paciência, não me comas.
      O ogre pousou os talheres na mesa e não me comeu.
      A seguir, conversámos muito tempo até ficarmos amigos.
      Daí em diante, ia a sua casa todos os dias e ficámos amigos para sempre.

Miguel Pereira

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A princesa e eu numa aventura

Era uma vez eu e uma princesa num palácio.
A princesa tinha um cabelo longo e louro, olhos grandes e verdes, um bonito nariz, uma boca
perfeita, um vestido longo cor de rosa, uma coroa e uns belos sapatos de cristal.
Ela era muito bonita!  
Nós as duas decidimos ir passear à floresta.
Quando chegamos à floresta achámo-la muito bonita porque tinha muitas árvores e muitas flores de cheiro.
As flores eram muito bonitas.
Nós íamos a passear e a princesa ficou em apuros porque caiu num buraco.
Eu tive coragem e fui salvá-la.
Dei-lhe a mão e puxei-a.
Depois acabou tudo bem porque eu consegui salvar a princesa e ela ficou bem e eu também.
Beatriz Alves

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Luta

Há muitos anos, num dia de manhã, estava eu a dormir na cama, quando o rei me chamou e eu fui para lá para baixo ouvir o que o rei disse.
O rei disse que estava um dragão vermelho a comer as coisas do palácio.
O rei era muito velhinho mas ainda era esperto.
Depois eu estava a ouvi-lo.
Eu estava de fato azul com sapatos vermelhos.
E o rei disse:
- Se conseguisses derrotar o dragão… Mas não consegues.
- Eu consigo derrotá-lo muito rapidamente, é só levar comida para o ar.
O dragão foi para o ar. Depois nunca mais voltou para o palácio.
O rei agradeceu-me porque eu tinha derrotado o dragão vermelho.
                  
                                                       Rodrigo