domingo, 17 de março de 2013

A justiça

 
Há muitos anos, uma cidade tinha dois heróis. Era eu, que tinha muita coragem e justiça, e o meu amigo cavaleiro, que também tinha muita coragem e justiça.
O meu capacete tinha uma crista vermelha e à volta era dourado. A armadura que eu tinha à minha volta era dourada. A minha saia era como as dos romanos. Tinha umas luvas castanhas. O meu amigo tinha todo o fato azul, mas tinha uma gola grande.
Nós detestávamos o ogre e o dragão, mas o que nós queríamos apanhar era o dragão para nos transportar dum lado para o outro e o ogre era para a prisão.
Um dia, o ogre e o dragão puseram tudo a cidade a arder com as chamas que o ogre e do dragão mandavam.
O ogre tinha os olhos vermelhos. A cara era amarela, as orelhas tinham três bicos, os dentes caninos estavam de fora. Tinha uma capa vermelha. O dragão tinha vários escudos à sua volta mas tinha dois escudos que pareciam cobras de ferro e tinha quatro asas.
Eu e o meu amigo vestimo-nos com espadas, fatos de ferro, capacete, flechas, escudo e um machado e saímos a cavalo.
Quando chegámos ao encontro começámos a luta.
Eles mandavam chamas e eu e o guerreiro defendemo-nos com os escudos. Depois mandaram um furacão e o guerreiro e eu mandámos uma seta para o dragão. Mas a seta era especial, tinha por dentro uma rede.
Logo a seguir caíram e pusemos-lhes algemas. O ogre e o dragão ficaram nossos.
Prendemos o ogre num pelourinho e atiramos com setas e facas e ele morreu.
Nesse preciso momento, o povo ficou mais aliviado e fez-nos saudações, a mim e ao meu amigo.
David

terça-feira, 12 de março de 2013

A tempestade


Naquele tempo eu tinha de fazer um trabalho sobre papagaios.
 
No fim de semana eu fui a uma floresta fazer o tal trabalho para a escola.
 
Quando cheguei lá fiz muitas páginas. Após algum tempo começou a chover e a trovejar. Era uma tempestade que me estava a molhar o trabalho todo.
 
Debaixo de uma árvore, encontrei uma fada da rapidez que tinha umas calças e uma camisola vermelha.
 
Ela como era muito rápida e construiu-me uma cabana para me abrigar melhor.
 
Depois de contar até três, eu e a fada fomos a correr para casa, com muita coragem.
 
Por sorte fiquei com o trabalho na memória e fiz em casa num papel que tinha.
 
Como a fada me tinha ajudado, decidi dar-lhe uma prenda. A prenda que lhe dei foi um CD com a nossa aventura na floresta. Como ela tinha gostado muito da nossa aventura pensei que ela podia ver mais vezes.
 
A fada tinha adorado a prenda que eu lhe tinha dado e disse que qualquer dia podíamos vê-la mais vezes juntas.
 
Patrícia Moreira

quarta-feira, 6 de março de 2013

A minha aventura

Há muitos anos eu estava a passear numa floresta, à tarde.
Ouvi barulhos estranhos. Vi um ogre a aproximar-se. Veio até mim. Tinha um pau enorme e grosso. O seu corpo era azul escuro e tinha uma veste cheia de buracos.
O ogre parecia zangado e estava a olhar para mim.
Fugi para muito longe até encontrar um anão. Esse anão tinha um chapéu de forro verde e com um mini-cinto igual ao que estava a usar. O seu casaco também era de forro verde como as calças. Os sapatos eram verdes, mas a ponta era enrolada.
Ele estava a fazer um piquenique e convidou-me para me juntar a ele.
O ogre estava a chegar e eu não tinha outra opção. Juntei-me a ele. Só comi um queijo mas também havia uma sopa com minhocas, moscas e olhos de sapos. Uma tradição deles era comer um olho de sapo inteiro com um garfo. Aquele queijo cheirava muito mal.
O ogre fugiu e nunca mais voltou.

Maria do Rosário

O dragão

Naquele tempo eu estava a passear à beira de um vulcão, mas apareceu um dragão.
O dragão tinha asas vermelhas, as asas ardiam de fogo e tinha olhos vermelhos.
Ele desafiou-me para um combate.
 - Se eu ganhar como-te, se tu ganhares podes ir embora - disse o dragão.
O dragão foi buscar coisas para combatermos. Eram armaduras mágicas.
Eu e o dragão começámos a lutar.
As armaduras mágicas tinham força e eu e o dragão começámos a dar murros.
O dragão deitou fogo da boca e parou, mas eu deitei-lhe água na boca e ele caiu e eu ganhei.
E fui embora feliz.
                                             André Filipe

sexta-feira, 1 de março de 2013

Amizade com os póneis

Num dia de primavera eu e o meu pónei Lulu estávamos na quinta da minha amiga de infância.
O meu pónei Lulu é castanho claro e muito fofinho.
Passado uma semana, ele ficou doente dos ossos e tinha dificuldades em andar.
Depois, encontrei a minha amiga de infância, que me ajudou a cuidar do meu amigo Lulu.
O Lulu, aos bocadinhos, foi melhorando.
Passado muito, muito tempo, o Lulu ficou melhor e eu e a minha amiga decidimos que íamos ser professoras de equitação e éramos nós que cuidávamos dos póneis e dos cavalos. Ficámos muito felizes com o nosso trabalho.
                Maria Inês