sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Tânia foi a casa do Eduardo




Um dia a Tânia foi a casa do Eduardo, à tarde, e brincaram com os puzzles, jogaram computador e brincaram com os carros. Quando o Eduardo tirou o carro amarelo, agarraram os dois nele e a Tânia disse:
- O carro é meu.
- Não, não, o carro é meu. Fui eu que comprei.
Continuaram a discutir até a mãe do Eduardo chegar e dizer:
- Vamos lanchar, meninos.
Eles lá foram lanchar. Depois do lanche os meninos foram outra vez para o quarto do Eduardo e o Eduardo deu o carro à Tânia e ela disse:
- Obrigada…
- De nada.
A Tânia e o Eduardo ficaram contentes e a Tânia brincou com o carro amarelo e o Eduardo brincou com o carro vermelho. Depois o Eduardo e a Tânia foram jogar P.S.P.
Quando acabaram de jogar P.S.P. a Tânia foi para sua casa.
No dia seguinte, foi o Eduardo a casa da Tânia e brincaram com uns monstros.
Depois o pai da Tânia disse:
- Meninos, vamos às compras.
- Está bem.
Eles foram às compras e compraram gomas, bolachas, chocolates e caramelos.
Depois, foram para casa da Tânia e lancharam.


Miguel Pereira

Uma zanga

Francisco e Rui apanharam o autocarro e o Rui perguntou:
- Ó Francisco não queres  ir à floresta?
E o Francisco respondeu:
- Sim, pode ser!
Quando eles chegaram à floresta o Rui disse:
- Olha, há ali uma cobra.
O Francisco, que gosta muito de cobras, perguntou:
- Posso ficar com essa cobra?
- Não podes - disse o Rui
- Mas então, porquê?
- Olha, porque fui eu que a encontrei primeiro.
- Então não sou mais teu amigo – disse o Francisco.
- Porquê ?
 - Olha, porque não me dás a cobra.
E o Francisco foi-se embora.
Entretanto o Francisco viu uma cobra que o mordeu.
Entretanto, o Rui estava muito preocupado e foi procurar o Francisco. Nunca mais o encontrava. Até que o encontrou à beira do rio e ele estava magoado no joelho.
Foram apanhar o autocarro e fizeram as pazes e também o médico curou-o.
No dia seguinte foram os dois para a escola e gostaram muito. O Rui e o Francisco fizeram novos amigos.
O Rui perguntou ao seu amigo Francisco se queria ir dormir a sua casa e ele disse que sim.

Tomás

A gata da Matilde


A Liliana foi a casa da Matilde, com a Clara e as três jogaram P.S. P.
A gata da Matilde tinha fome, a dona deu-lhe de comer e ela miou para agradecer.
A Matilde apressou-se a pôr a gata fora de casa porque estava farta de a ouvir miar.
Quando a dona se arrependeu de a ter posto fora de casa, as três amigas foram procurá-la pelo jardim. Mas não a viram e foram perguntar às vizinhas se não tinham visto a gata.
A Matilde chorou e chorou até que uma vizinha disse que viu a gata dela.
A Matilde ficou muito contente e disse às duas amigas que estava arrependida de ter posto a sua gata fora de casa.
Carolina Filipa

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Opinião sobre «O limpa-palavras»

«O limpa-palavras»  é um livro muito interessante e a história de que eu gostei mais foi as portas.Por isso ,vou contar como ela é.
Às vezes a porta está fechada ,mas se algém lhe fizer um sorriso ela abre-se logo.
Ela também se abre se dissermos uma palavra chave.
Se quiseres chegar a qualquer lado basta abrires uma porta.
Até os fantasmas lhe batem, com dedos tão finos que nem se veem, porque não esperam que a porta se abra e passam através dela.
A porta de dentro vive feliz com o cheiro da comida e com as músicas para embalar o bebé. Mas a de fora sente frio com a neve que cai das nuvens.
Se ri a de dentro, tem de chorar a de fora.
Joana

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Os irmãos

Eu tenho um irmão chamado Tomás.
Ele é maior que eu. Ele tem dezasseis anos e eu tenho nove anos.
Às vezes eu fico zangado com ele. Ou é porque ele está sempre a disparar tiros de borracha ou também porque me chateia.
Mas às vezes sou eu que o aborreço.
Os irmãos às vezes ficam zangados, mas é normal como tudo.
O principal é sermos irmãos.

João Maria

domingo, 21 de outubro de 2012

Os animais zangados


Era uma vez os animais da selva que eram realmente todos amigos.
Só que os ursos zangaram-se porque ninguém falava com eles.
Eles disseram a todos os outros animais que os odiavam.
Os outros animais ficaram muito tristes.
Mas, de repente, apareceu uma pomba da paz que disse assim a todos os animais:
- Os ursos gostam de vocês, eles ficaram é irritados por vocês não falarem com eles.
Resolveu-se tudo e ficaram todos amigos.

Maria Inês

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O LIMPA-PALAVRAS

Estamos a saborear os poemas do livro «O limpa-palavras», de Álvaro Magalhães.
Vamos comentar aqui os poemas que já lemos?

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Leonor e Lili perdidas no mar

Hoje a Leonor decidiu ir à praia com a Isabel e com a sua cadela, chamada Lili.
 A Leonor e a Isabel tiveram um bom tempo de sol. Só que a Lili estava impaciente para se molhar. Então foi buscar a sua dona para irem juntas e a Leonor lá foi.
Depois de se terem metido no mar, nadaram muito, até que já não viam ninguém e a Leonor ficou preocupada.
Por fim, viu um barco e pensou que se o seguisse ia encontrar alguém.
Seguiu o barco e quando reparou na Lili, que estava atrás dela, pensou que a sua cadela devia estar cansada de nadar. Então sentaram-se numa rocha alta durante o tempo de se repousarem.
Quando se aperceberam a praia estava mesmo à sua frente e a Leonor estava cansada, mas a cadela puxou-a e guiou-a até à praia.
Depois repousaram-se mais um pouco nas toalhas e a Isabel estava toda preocupada, sem saber de nada.

Mariana

A menina e o golfinho

Era uma vez uma menina chamada Manuela. Tinha olhos azuis, cabelo castanho e usava biquini às bolinhas.
Um dia ela foi à praia, estendeu a toalha na areia e deitou-se.
Passados alguns minutos viu um golfinho a tentar ir para o mar.
A Manuela não perdeu tempo e foi logo ajudá-lo.
Quando o golfinho estava na água começou a chorar.
A Manuela, aflita, perguntou-lhe o que tinha e o golfinho disse que não sabia voltar para casa e contou-lhe tudo até se perder.
Disse que estava em casa dele e perguntou à sua mãe se podia sair de casa dar aquele passeio que eles faziam muitas vezes. A mãe, como sabia que ele não se ia perder, deixou-o ir sozinho.
- Como eu estava farto fui dar uma voltinha mais longe e quando ia a voltar para casa perdi-me. Andei de um lado para o outro e não sabia onde ir. Então fui mais depressa para ver onde aterrava e aterrei num sítio muito fofinho. Depois tu vieste ajudar-me.
A Madalena com certeza que disse que o ia ajudar.
Construiu uma máquina que andasse debaixo de água.
A Manuela e o golfinho procuraram, procuraram até que encontraram a casa do golfinho.
Quando o golfinho foi embora a menina ficou muito contente porque tinha ajudado um golfinho.
Depois foi para a praia deitar-se mais um bocadinho na toalha.
Joana

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A Solange e o Kiko


Era o primeiro dia de verão e a Solange e a sua mãe iam à praia, pois moravam perto do mar.
Quando iam a sair do seu jardim lembraram-se de convidar a sua amiga Vera que morava do outro lado da rua.
A Solange cumprimentou a Vera e estavam prontas para partir quando…
Viram um passarinho no chão.
Por sorte a mãe da Solange tinha um kit de emergência. Foram a correr para a praia e com uma palhinha (para sugar água do mar) e uma bola de algodão (para tapar a palhinha) sopraram a água.
A água do mar estava a resultar. Ouviu-se: piu, piu, piu e piu!
Depois ele voltou a voar e foram procurar os pais dele.
Tinham de procurar um pássaro assim: penas pretas, cabeça castanha, bico vermelho e algumas penas pretas com fios loiros. É parecido com a mãe da Solange que é assim: cabelo preto, pele castanha, pinta os lábios de vermelho e põe extensões loiras no cabelo.  
Eles todos os dias de manhã procuravam num sítio diferente e depois iam passear.
Mas nada! Não encontravam o pai do passarinho.
Por isso a mãe da Solange disse que iam ficar com ele e deram-lhe o nome de Kiko.
Fizeram várias aventuras com o Kiko, enquanto ele crescia.
Daniela

o cão sem coleira

Era uma vez um cão que foi comprado por uma menina de dezassete anos.
Quando chegaram a casa, foi a hora de escolherem o nome para o cãozinho e chamaram-lhe Fluffy.
Passaram dias e dias sem conta até a menina ir passeá-lo e se esquecer da coleira.
Ela foi a uma loja e deixou o cão lá fora. O canil estava a vigiar e encontrou o Fluffy, mas ele não se conseguiu defender e foi para lá.
Quando a menina saiu da loja com uma saca com uma coleira a dizer «Fluffy» e foi buscá-lo para o levar para a casa, viu que ele já não estava lá e por isso ficou preocupada.
Procurou em todo o lado mas não encontrou. Ficou triste e também preocupada e foi para o quarto dela.
Depois lembrou-se de ir procurar ao canil. Saiu do quarto e foi pedir à mãe se podia ir ao canil.
A mãe disse que sim, mas antes de ir foi pedir a chave à mãe.
Então pegou no carro e foi ao canil e foi procurar o Fluffy até que o encontrou e pediu para o levar de volta porque ela deixou-o sem querer fora da loja. Naquela loja não era proibido animais, ela é que se esqueceu de o levar para dentro da loja.
O homem do canil disse que era preciso pagar cinco euros e ela deu-lhe os cinco euros precisos e ficou com o seu cão de volta.
Passaram dias e dias enquanto ela tratou dele de novo e nunca mais o deixou ir para o canil.
 
Patrícia