quarta-feira, 29 de maio de 2013

A Feira de Ponte de Lima (5)


Eu vou falar da feira que houve em Ponte de Lima.
Na feira de Ponte de Lima passámos por um corredor onde vimos pintainhos, coelhos e galinhas. Cada pintainho custava mais ou menos um euro, um coelho adulto custava dez euros, uma galinha adulta custava também dez euros.
Mais à frente, vimos vitelas que custavam 250 euros. Depois vimos as vacas que custavam mil euros ou mais.
Depois fomos à própria feira onde vimos uma coisa que se chama taramela e que tem um galo em cima e tem também uma hélice. Quando os pássaros estão em cima da árvore, com o vento, a hélice começa a girar e afugenta-os.
Também vimos um mata-perus, que se põe o objeto no pescoço do peru e depois, quando chega a um certo ponto, corta-se a cabeça. O mata-frangos é pelo mesmo processo, só que é um objeto mais pequeno.
Alguns meninos compraram fisgas a três euros.
Outros meninos compraram sementes de cenoura, de nabo e de coentros a 50 cêntimos.
Eu acho que no corredor dos animais cheirava muito mal.
Tomás

A Feira de Ponte de Lima (4)


Eu acho que a feira de Ponte de Lima é três vezes maior do que as do Porto.
Lá na feira, vendiam coisas como as de cá, como roupa, sementes e mais coisas. Mas também havia um objeto que parecia um funil, só que e era para matar os perus e os frangos. Os grandes eram para matar perus e os mais pequenos para frangos.
Também havia selas, esporas, rédeas e arreios. Isso tudo é para montar cavalos.
Lá também havia uma coisa chamada taramela. Aquilo serve para pôr em cima das árvores de fruto e, quando vem o vento, a hélice gira, faz barulho e os pássaros fogem.
No lado dos animais, havia galinhas, patos, pintainhos e vacas.
As vacas já adultas custavam mil euros ou então mil e quinhentos euros, os pintainhos um euro e as galinhas dez euros.
Eu gostei da feira e das coisas que havia lá e gostei muito dos pintainhos.
Mariana

A Feira de Ponte de Lima (3)


A feira de Ponte de Lima tem duas partes, a feira artesanal e de outras coisas e a feira do gado.
Primeiro fomos à feira artesanal, onde vimos muitas coisas como, por exemplo, os mata-frangos e os mata-perus, que servem para matar os frangos e os perus. Mete-se o mata-frangos e o mata-perus no pescoço do animal e depois corta-se a cabeça.
Também vimos uma taramela. Uma taramela é uma espécie de hélices, que têm umas argolas que fazem barulho quando as hélices giram conforme o vento. A taramela, com o barulho das argolas, afugenta os pássaros.
Vimos várias coisas de agricultura como sementes, flores, vasos e plantas.
Na feira do gado havia animais como, por exemplo, vacas, galinhas, pintainhos, galos, coelhos, vitelas e um boi.
As pessoas que vendiam os animais pequeninos, como os pintainhos, punham-nos nas caixas, com uns buracos para eles respirarem.
Bem, resumindo e concluindo, eu gostei imenso da visita de estudo a Ponte de Lima.

Maria Inês

A Feira de Ponte de Lima (2)


A nossa turma foi a Ponte Lima, fazer uma visita de estudo.
Quando chegámos à feira, vimos muitos animais como patos, coelhos, pombas, pintainhos, galinhas… e ainda mais.
As vacas que já eram adultas custavam mil euros, os pintainhos custavam um euro, as galinhas custavam dez euros e as vitelas custavam duzentos e cinquenta euros.
Sem falar dos animais, também havia roupas e materiais de louça e outros materiais sem ser de louça.
A nossa turma também viu um objeto que se chama taramela. Põe-se no cimo de uma árvore e, quando o vento empurra as hélices, elas começam a rodar. Assim, os pássaros assustam-se e já não vão tentar comer os frutos daquela árvore.
Também vimos um objeto, chamado mata-perus, que se põe no pescoço dos animais e os animais ficam só com a cabeça de fora. Depois corta-se a cabeça do animal.
Também, a nossa turma observou muitas flores de muitas cores.
Alguns meninos compraram uma fisga que custava três euros e que era de madeira. Mas havia outro brinquedo que também era de madeira. Era um pião que puxava-se um fio e ele começava a rodar.
Também vimos mais materiais na feira, em várias lojas.
Depois de vermos a feira, fomos a uma espécie de tanque que, no meio, tinha um Santo António.
Eu acho que a visita de estudo foi gira e divertida porque consegui aprender coisas que ainda não sabia. É por isso, que eu adoro fazer muitas visitas de estudo a outras localidades.   
Luís

A Feira de Ponte de Lima (1)


Eu vou falar sobre a visita de estudo à feira de Ponte de Lima.
Primeiro fomos ver os animais. Os primeiros animais que vimos foram pintainhos, depois galinhas adultas, patos, pombas e coelhos.
Os pintainhos custavam cerca de um euro e as galinhas adultas cerca de dez euros.
Depois vimos vacas, que custavam cerca de mil euros, e uma vitela de duzentos e cinquenta euros.
Saímos da parte dos animais e fomos para a feira propriamente dita.
Fomos a uma barraca que vendia instrumentos para animais. O mata-perus seve para quando se quer matar um peru. Mete-se aquele funil no corpo, o peru fica com a cabeça de fora e corta-se o pescoço a meio e fica o corpo. Outro instrumento era uma espécie de balde e em baixo um prato que servia para os animais. Quando quisessem beber água, despejava-se pelo balde água e a água ia para o prato.
Logo a seguir fomos para a barraca da agricultura e o professor pegou numa coisa que se chamava taramela, que servia para metermos no topo das árvores de fruto e, quando dá vento, o vento empurra a hélice e o eixo roda e bate uma espécie de corrente contra uma chapa de ferro. Também havia uma pá, um sachinho, uma aranha e uma sachola.
Havia uma barraca de madeira e nós fomos para lá. Havia cangas de imitação que eram para pendurar casacos. Havia fisgas de madeira que custavam três euros. Também havia colheres de pau, um quadro mini de escrever com giz e uns piões.
Mesmo ao lado, havia uma loja de sementes e as sementes eram de alface, cenoura, feijão, girassol e trigo.
Em frente, havia uma tenda a vender flores já cultivadas que eram para levar num vaso e, quando chegassem a casa, cultivarem-nas em terra.
Gostava de ver mais alguns animais e aconselho-vos a lá ir. Gostei muito!

David

terça-feira, 28 de maio de 2013

Viagem a Ponte de Lima no dia 20 de maio (3)


O horário da visita de estudo foi das oito e trinta até às dezoito horas e quarenta minutos.
O itinerário foi da escola até Ponte de Lima.
Nós demorámos uma hora e tal a chegar a Ponte de Lima.
Passámos pela Via Cintura Interna, pela autoestrada A3, Famalicão, Braga, rio Ave, rio Cávado e rio Lima.
O senhor motorista enganou-se no caminho. Só por causa de isso perdemos tempo, mas depois recuperámos.
Fomos almoçar à Escola Agrícola. A comida era muito melhor do que a da nossa escola.
Depois tivemos a visita de estudo propriamente dita.
Fomos ver a adega, as vacas, os porcos, as avestruzes, as estufas e não vimos mais nada.
Por fim fomos lanchar e regressámos à escola.
Rodrigo

Viagem a Ponte de Lima no dia 20 de maio (2)


No dia vinte de Maio, a minha turma fez uma visita de estudo a Ponte de Lima.
Agora vou dizer-vos como foi a viagem.
Nós saímos da escola mais ou menos às oito e meia porque alguns se atrasaram um bocadinho.
Fomos de camioneta para Ponte de Lima.
Na viagem passámos por três rios. Passámos pelo rio Ave, rio Cávado e rio Lima. Passámos por Famalicão e Braga.
Na viagem houve um pequeno engano. Foi o motorista que se enganou e depois teve de fazer marcha atrás.
Depois de vermos a feira, fomos brincar para um parque infantil e ficamos lá uma hora e meia. Ao lado da zona infantil tinha uns equipamentos de ginástica.
Depois, fomos esperar nuns bancos perto de um café. A certa altura, chegou a camioneta para irmos almoçar.
Nós fomos almoçar à cantina da escola agrícola, mais ou menos à uma e meia da tarde e o almoço demorou cerca de meia hora. A comida era arroz com carne, bacon e chouriço e ainda salada e a bebida era sumo de limão.
Depois de almoçarmos, fomos ver uma espécie de quinta com uma raça de porcos chamada bísara e os pequeninos não eram leitões, mas sim bacorinhos. É assim que se chamam aos filhos dos porcos, que são da raça bísara.
No fim lanchamos, fomos de novo para a camioneta e o motorista pôs música até ao fim da viagem, mas chegamos mais tarde à escola por causa daquele engano. Chegamos mais ou menos às sete horas.
Gostei muito desta visita de estudo porque aprendi várias coisas com ela.
Patrícia

Visita de estudo à Escola Agrícola de Ponte de Lima (4)


No dia 20 de maio, as turmas do 3º ano foram à escola agrícola, em Ponte de Lima.
Nós fomos ao jardim, que tinha um lago com peixes cor-de-laranja. Para o atravessarmos passávamos por uma ponte de madeira.
Na vacaria havia apenas um boi e muitas vacas. Havia um boi para, na altura do cio, quando as vacas têm vontade de acasalar, saberem quando devem dar uma espécie de injeção às vacas para elas parirem.
As vacas secas eram as vacas que não estavam a parir e que ficavam presas. Mas as vacas que estavam a prenhas estavam soltas.
Havia uma espécie de tanque azul, que não parecia, mas era controlado por computador. Funcionava assim: as vacas têm um “chip” numa espécie de colar e quando metem a cabeça no tal tanque o computador analisa se a vaca está a dar leite e tem mais comida ou se é uma vaca seca e come menos.
Na adega produz-se três tipos de vinho, o tinto, o vinho rosé e o vinho branco.
Nas cubas faz-se o vinho. O vinho tinto é feito da seguinte forma. Colhe-se as uvas da videira, depois junta-se as cascas e o sumo, para ficar bem escuro, tudo numa cuba.
O vinho rosé é feito juntando só o sumo de uva e o vinho branco é feito só com o sumo de uva.
Também fomos à pocilga. Perto havia um grande terreno onde estavam dois porcos e várias porcas.
Os porcos e as porcas eram da raça bísara, que é uma raça com o pelo cor-de-rosa e cinzento, mas o pelo é áspero.
As porcas podem ser más mães (pisam os bacorinhos, empurram-nos…) ou boas mães (as que não deixam ninguém tocar nos seus porquinhos). As más mães são presas para não matarem os bacorinhos e as boas mães ficam com os filhos até eles crescerem e depois vão para o lado de cima do terreno.
Os bacorinhos são os porquinhos bebés.
Havia três estufas, uma com uma plantação de tomateiros, outra com uma plantação de pimento padrão e outra de manjerico.
Os sistemas de rega nas estufas eram a rega por aspersão e a rega localizada.
Tirei a conclusão de que a escola agrícola é um ótimo lugar para aprender. Gostei da comida, as paisagens eram lindas, havia cada flor mais bonita e achei muito divertido e interessante.

Daniela

Visita de estudo à Escola Agrícola de Ponte de Lima (3)


Foram quatro turmas do 3º ano A,B,C e D que foram a Ponte de Lima, à Escola Agrícola.
Primeiro fomos a um jardim que tinha um lago com peixes e uma ponte feita com tábuas.
A seguir fomos à vacaria onde, quando as vacas tinham vontade de acasalar, os tratadores iam avisar os veterinários para lhes darem uma espécie de injeção na vagina da vaca. Dentro da injeção tinha espermatozoides e assim a vaca ficava prenha.
As vacas secas eram as vacas que não estavam a dar leite. As vacas que estavam a parir estavam soltas.
Também havia uma espécie de tanque azul, que não parecia, mas era controlado por um computador. As vacas têm um chip para as pessoas verem a quantidade de comida que elas precisavam de comer.
Passado algum tempo fomos à pocilga onde estão os porcos. Tinha várias teias de aranha que serviam para matar as moscas porque havia porcas a parir. Algumas mães eram más e deitavam-se em cima dos porcos bebés e eles morriam. Por isso, eram separadas dos seus filhos.
Também vimos uma avestruz enorme.
Havia lá uma adega que tinha lá várias cubas (onde se guarda o vinho).
O vinho branco era feito assim. Primeiro ia-se colher as uvas e depois esmagava-se as uvas.
Também havia outros processos de fazer outros vinhos.
Havia lá na escola agrícola três estufas. Uma tinha tomates, outra tinha pimentos padrão e a outra tinha manjerico.
Eu achei esta visita de estudo muito interessante.

Beatriz Alves

Visita de estudo à Escola Agrícola de Ponte de Lima (2)


Quando chegámos à Escola Agrícola parámos num jardim que tinha uma ponte pequenina feita de madeira que, por baixo, tinha uma lagoazinha.
Começámos pela adega onde vimos umas máquinas de metal com um buraco. Nessas máquinas havia uma cuba com uma certa quantidade de vinho.
Eu aprendi que para o vinho fermentar melhor devemos deixá-lo nas cubas durante mais tempo e que o açúcar do sumo de uva se vai transformando em álcool. As uvas para fazer o vinho são colhidas na vindima.
Na vacaria vimos vacas e vitelas ou, como os de Ponte de Lima dizem, “tourinhas”.
Eu aprendi que as vacas que dão mais leite têm que comer mais e que as que não dão leite não comem tanto. Também aprendi que os computadores têm que ver com a alimentação das vacas pois cada uma tem um chip que diz a quantidade de comida que tem de comer.
Aprendi que só há um boi para todas as vacas e, que quando uma fêmea tem vontade de acasalar, o veterinário dá-lhe uma injeção e a vaca fica prenha.
No caminho para a pocilga, vimos uma avestruz e umas meninas a fugir dela.
Quando chegámos à pocilga vimos umas teias de aranha, porcas e porcos bebés. Eu aprendi que as teias de aranha ajudam a pocilga porque prendem as pragas e as aranhas comem-nas.
No caminho para as estufas passámos por um campo onde havia uma espécie de escavadora a escavar na terra.
Quando chegámos às estufas a professora que nos explicava as coisas disse que naquelas estufas havia dois tipos de sistema de rega. A rega por aspersão e a rega gota-a-gota.
Numa das estufas havia plantas que davam muito aroma e nas outras estavam plantados tomates e couves.
A minha conclusão é que gostei muito da Escola Agrícola porque é muito interessante e aprendi mais.

António Luís

Visita de estudo à Escola Agrícola de Ponte de Lima (1)


Eu vou falar sobre o que vi na escola agrícola.
 Na escola agrícola vi vacarias, pocilgas, adega e estufas.
 Nas vacarias vi vacas e vi onde as vacas pariam, e havia vacas de vários tamanhos, umas maiores e outras mais pequenas. E na vacaria só havia um boi.
 Quando as vacas queriam acasalar, as senhoras viam e iam dar uma espécie de injecção para as vacas terem vitelas.
 Também havia uma máquina que via a quantidade de comida que as vacas podiam comer e se as vacas estavam com muito leite ou estavam secas.
 Na pocilga havia muitos porcos e estavam lá porcas para parir.
 Na pocilga havia muitas teias de aranha que serviam para comer as moscas que iam para a beira das porcas e assim as porcas ficavam nervosas e incomodadas para parirem.
 Passado um bocado, fui à adega e na adega havia uma espécie de cilindros de ferro, chamados cubas, uns mais pequenos e outros maiores.
 A professora explicou que dentro dessa espécie de cilindros era onde as uvas eram trituradas e era onde o açúcar das uvas era transformado em álcool.
 Para essa transformação acontecer ainda é preciso esperar alguns meses ou mesmo um ano.
Andei mais um bocado e encontrei algumas estufas.
Na primeira estufa havia tomateiros e na segunda havia pimento padrão.
Na primeira estufa, o sistema de rega chamava-se rega pinga a pinga e havia um plástico que estava a tapar uns canos finos que era para absorver a água e para as plantas não morrerem porque as estufas, dentro delas são muito quentes.
Na segunda estufa havia uns fios na vertical para as plantas nascerem direitas.
As estufas servem para proteger do excesso da água das chuvas, temperaturas baixas, pragas de insetos e granizo.
A minha conclusão é que a visita de estudo foi muito interessante.

Afonso

Viagem a Ponte de Lima no dia 20 de maio (1)


Nós saímos às oito horas e trinta minutos e o nosso transporte foi a camioneta.
Passámos pelos rios Ave, Cávado e Lima.
Quando chegamos à feira, fomos ver os animais. Vimos vitelas e muitos outros animais.
Depois vimos um mata-perus, fisgas, piões e muitas outras coisas.
Fomos a uma capela onde estava um anjo e ficamos lá um pouco.
Fomos a um parque infantil e a máquinas de desporto onde brincámos alguns minutos.
Entrámos na camioneta e fomos à escola agrícola.
Estivemos a atravessar uma ponte de madeira e andámos numas escadas até à cantina. Quando entrámos estivemos numa fila para ir buscar a comida. Depois de almoçamos fomos jogar um jogo.
A seguir fomos ver como eles fazem o vinho branco e outros vinhos.
Fomos à vacaria e vimos vacas e um boi. Havia uma máquina controlada por um computador que, quando as vacas dão muito leite, comem mais comida e, quando não têm leite, recebem pouca comida.
Vimos também porcos bebés e adultos. Eu e alguns amigos meus tocámos nos porcos bebés. Havia muitas teias de aranha porque há muitas moscas e as aranhas comem insetos.
Depois fomos a um sítio onde havia troncos de árvore e picos e vimos uma avestruz a correr.
Por fim, fomos às estufas, onde havia pimentos padrão. Noutra estufa havia umas redes para as plantas crescerem direitas.
Depois fomos lanchar e fomos embora da escola agrícola.
Chegámos à nossa escola às seis e tal.
Eu gostei de ir à feira e também à escola agrícola. Acho que a cantina da escola agrícola está parecida com a nossa cantina.
André Filipe

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Sempre atrás do cão

No último dia da primeira quinzena de julho, eu estava em minha casa à espera da Mariana e da Beatriz para as avisar de uma notícia bombástica. De uma notícia bombástica!
Mas elas chegaram, eu gritei:
- Vamos a França, a Paris!
Elas ficaram boquiabertas durante quinze minutos.
De seguida demorámos meia hora a preparar as malas. Afinal, é melhor prevenir do que remediar…
Fomos apanhar um avião de primeira classe onde nos serviram chocolates de borla.
Chegámos lá e estava a nevar. A “Torre Eiffel” estava branca…
Lá encontrei a minha professora de artes, a Miss Vanessa. Aquela mulher não larga o Bolinha, o seu cão.
A Miss Vanessa sorriu e perguntou:
- Importam-se de tomar conta do meu cão?
E, como por instinto, a Mariana respondeu:
- É claro que não!
É claro que concordámos.
Mal ficámos com ele a Beatriz soltou-o, e eu disse:
- Então?!
‑ Ele estava a pedir: «solta-me» - disse a Beatriz.
- Pronto, falamos disso mais tarde… Agora, atrás do cão! - disse a Mariana.
Fomos a todos os sítios de França e nada. Até que… Eu lembrei-me de ir comprar biscoitos para cão e assim atraí-lo.
Ele veio a correr e, de seguida, saltou para cima da Beatriz e comeu os biscoitos.
Mal o prendemos, a Miss Vanessa chegou e disse:
- Parabéns! Merecem um gelado!
Mas, eu contei-lhe a verdade.
Ela ficou feliz por eu assumir a responsabilidade e deu-nos um gelado.
Daniela

Os meninos responsáveis

Era uma vez dois meninos que eram muito responsáveis.
Até que um dia encontraram um menino que era muito irresponsável.
Desde esse dia, os outros dois meninos também começaram a ser irresponsáveis. Até quando iam para a escola gozavam com o porteiro. Eram tão irresponsáveis que até um dia, no parque de estacionamento, bateram com o carro.
Entretanto, pensaram que deviam ser responsáveis. Por isso esperaram pelo senhor.
Os dois pagaram o arranjo, que custou trinta euros.
O senhor não queria que lhe pagassem e desculpou-lhes.
Então os meninos foram sempre responsáveis e o outro menino ficou a ser responsável como os outros dois rapazes.
 
Rodrigo

A Floresta

     Era uma vez uma empresa de construtores em que o patrão estava de férias.
     Os construtores começaram a pensar no que iam fazer até que começaram a dizer várias hipóteses.
     Até que concordaram todos com uma hipótese, que foi cortarem uma floresta do planeta.
     Um deles perguntou:
      - Será que o patrão deixa?
     Mas ninguém lhe respondeu.
     Foram buscar o que precisavam e começaram a cortar a floresta. A floresta era enorme, não tinham mais nada que fazer se não cortar a floresta.
     Noutro dia o patrão veio e não gostou nada do que eles fizeram. Eles tinham que fazer alguma coisa. Tiveram de ir comprar sementes de várias espécies.
     Passados alguns dias, nasceu a floresta ou já germinaram as sementes.
     A floresta ficou muito mais bonita e assim assumiram a sua responsabilidade e resolveram os estragos.
David

AS FADAS VERDES


Nas últimas semanas, andámos a ler os poemas do livro «As Fadas Verdes», de Matilde Rosa Araújo.
Inspirado nestas leituras, o Afonso escreveu o poema que se segue.

O ARCO-IRÍS

Ai o arco-íris! Que lindas são as tuas cores!
Ai o arco-íris! Que lindas as tuas mãos!

Ai o arco-íris! Que lindas são as tuas cores!
Ai o arco-íris! Que lindos teus olhos são!

Nas montanhas da serra
Verdes da natureza
 Olha o arco-íris
E a sua alegria!
Se queres mais saber
Se queres que te conte
Vem ver o arco-íris
Em cima do monte !
Afonso

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Assume a tua responsabilidade


 Estava eu a ir para a entrada da escola, quando vi a minha mãe.
 Nós fomos até ao carro, e, quando chegámos, estava outro carro a deitar fumo.
- Ai, deixei o carro mal estacionado! - disse a minha mãe, desesperada.
 O polícia chegou lá, espantado.
- O que é que aconteceu aqui?
- Desculpe, desculpe senhor guarda. Fui buscar o meu filho à escola e deixei o carro mal parado - disse a minha mãe a tremer.
Eu, ao ouvido, disse-lhe:
- Mãe, assume a tua responsabilidade.
O senhor guarda não ficou nada contente.
- Acho que os dois vão ter de comprar um carro novo - disse o senhor guarda, desiludido.
- Está bem - disse a minha mãe, muito triste.
- Aprendeste a lição, mãe? Nunca deixes o carro mal parado.
 
Nikolaas

Na loja de automóveis


Um dia, o João e o Paulo foram a uma loja onde se vendia carros.
Nessa loja, havia muitos carros caros que custavam todos um milhão de euros.
O Paulo disse ao João que queria roubar um carro e o Paulo roubou elevou-o para casa.
Quando o dono da loja veio, o João disse-lhe que ele não teve culpa, mas disse que foi o Paulo que roubou um carro lhe disse que não voltava lá.
Quando um polícia reparou que o carro não tinha matrícula, o Paulo foi preso durante dez anos.
Quando passaram dez anos ele saiu da prisão e ele e o João puderam fazer o teste a um carro novo que tinha saído.                                                .

Diogo

Na farmácia


Era uma vez uma mãe que foi à farmácia comprar comprimidos para ela e resolveu ir á farmácia perto de sua casa.
Lá, estavam a fazer uma promoção em que, quem comprasse uns comprimidos, tinha de promoção vinte e quatro por cento de desconto.
Então a mãe viu que era só até ao dia 3 de março e ela reparou que naquele dia já era 3 de março.
Entrou na loja e comprou uns comprimidos para ela e enquanto ia para a caixa de pagar calcou uns comprimidos. Enquanto pagava lembrou-se de dizer que tinha calcado uns comprimidos e prometeu que pagava os comprimidos que estavam em promoção mais o triplo do preço dos outros.
Então já eram oito da tarde, a mãe pagou os comprimidos e foi para casa.

André Alexandre Mendes