Quando chegámos à Escola
Agrícola parámos num jardim que tinha uma ponte pequenina feita de madeira que,
por baixo, tinha uma lagoazinha.
Começámos pela adega onde
vimos umas máquinas de metal com um buraco. Nessas máquinas havia uma cuba com
uma certa quantidade de vinho.
Eu aprendi que para o vinho fermentar melhor
devemos deixá-lo nas cubas durante mais tempo e que o açúcar do sumo de uva se
vai transformando em álcool. As uvas para fazer o vinho são colhidas na
vindima.
Na vacaria vimos vacas e
vitelas ou, como os de Ponte de Lima dizem, “tourinhas”.
Eu aprendi que as vacas
que dão mais leite têm que comer mais e que as que não dão leite não comem
tanto. Também aprendi que os computadores têm que ver com a alimentação das
vacas pois cada uma tem um chip que
diz a quantidade de comida que tem de comer.
Aprendi que só há um boi
para todas as vacas e, que quando uma fêmea tem vontade de acasalar, o
veterinário dá-lhe uma injeção e a vaca fica prenha.
No caminho para a
pocilga, vimos uma avestruz e umas meninas a fugir dela.
Quando chegámos à pocilga
vimos umas teias de aranha, porcas e porcos bebés. Eu aprendi que as teias de
aranha ajudam a pocilga porque prendem as pragas e as aranhas comem-nas.
No caminho para as
estufas passámos por um campo onde havia uma espécie de escavadora a escavar na
terra.
Quando chegámos às
estufas a professora que nos explicava as coisas disse que naquelas estufas
havia dois tipos de sistema de rega. A rega por aspersão e a rega gota-a-gota.
Numa das estufas havia plantas
que davam muito aroma e nas outras estavam plantados tomates e couves.
A minha conclusão é que
gostei muito da Escola Agrícola porque é muito interessante e aprendi mais.
António Luís
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